terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Parte 3


Sempre rindo e brincando para desfarçar a dor!!


Eu e Maurício... Eu faço 22 e vc faz 217, combinado?

Chegamos a Ouro Fino, na madrugada as dores no joelho começaram, então decidi descansar, tomar um antiinflamatório e torcer, para as dores melhorarem, após me alimentar e descansar por quase 40 minutos saí rumo a cidade de Inconfidentes, no meio do caminho pude ver o sol nascer, a essa altura ninguém da equipe havia dormido e a falta de sono produzia situações engraçadas como a célebre frase do meu incansável pacer o Rodrigo que disse: “O nascer do por do sol no interior é lindo”. Nesse trecho de 10 km eu caminhei praticamente o tempo todo, pois estava me poupando para o que viria pela frente. De Inconfidentes para Borda da Mata o caminho é duro e as dores estavam só aumentando, nessa altura do campeonato eu caminhava mancando nas subidas e descia correndo normalmente e na minha cabeça eu evitava pensar que faltavam mais de 90m km para completar os 217 km da prova e pensava apenas em chegar na próxima cidade. Chegamos na cidade de Borda da Mata no meio da manhã e lá eu fui a uma lanchonete e comi um sanduíche de peito de frango e descansei quase 1 hora. Um dos trechos mais difíceis da prova estava surgindo o caminho de Borda da Mata até Tocos do Mogi, trecho com muitas subidas e muitas dores, demorei bastante para fazer esse trecho, mas consegui com muito foco e ajuda de minha super equipe, chegar a Tocos do Mogi, chegamos lá pro volta das 16:00h e lá fui almoçar em um restaurante por kilo, comi arroz, feijão carne e macarrão. Lembrando que além dessas refeições no caminho eu me hidratava bastante e comia coisas leves.
O milagre acontece!! No caminho o Duane sempre me dizia, quem comanda a perna é a cabeça, e esse era o meu foco! Mas as dores incomodavam muito, e o desespero em que qas dores poderiam me tirar da prova passava pela minha cabeça e aquilo me fazia voltar ao foco novamente e dizia para mim, um passo e depois o outro é só isso. Nesse momento de luta dura de meu psico com meu físico, eis que olho para o lado e vejo o Maurício. O meu primo Maurício já correu no passado porém faz algum tempo que o sedentarismo tomou conta de sua vida, isso devido a duas cirurgias no joelho, estresse do trabalho, somado a isso existe o tabagismo que obviamente dificulta a volta aos exercícios. Ok feito a observação do Maurício, eis que olho para ele saindo de Mogi ao meu lado de shorts e camiseta... Eu disse: E aí aonde vc vai? Ele disse : - A Fabíola vai dirigir um pouco e vou com você só 5 km...
Nesse momento eu estava caminhando mancando nas subidas e correndo nas descidas... 5 km se passaram e eu estava preocupado com o meu primo, pois se um joelho forte se machuca por lá imagina dois joelhos operados que não viam um exercício há muito tempo, nesse momento eu falei : Cara já não deu os 5 km? , ele respondeu, já muito cansado e obviamente com dores: - Vamos combinar assim, eu faço os 22 km até a cidade de Estiva e você completa os 217 km, ok? Depois desse momento não tive mais dores no joelho.
A chegada a Estiva foi emocionante, pois para dificultar ainda mais a aventura do agora corredor Maurício choveu muito, deixando o caminho difícil e com lama em alguns trechos. Chegando na cidade, pudemos encontrar pela primeira vez no percurso a minha mulher a Paty, que não pode vir antes por causa de compromissos no trabalho, poder vê-la foi demais e meu deu uma energia extra, já o nosso novo corredor era só emoção, ele havia acabado a ultra dele, agora só faltam 42 km (uma maratona) para acabar a minha. Nesse momento eu já tinha na minha cabeça: Eu vou até o final!!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Parte 2

...Depois de atravessar um trecho de muita lama em uma trilha na mata que chega no caminho da fé, jáme encontrava bem cansado após somente 19km de prova, ao chegar cidade de Águas da Prata, o que é terrível para quem não completou nem 10 % da prova, chegando na cidade eu recebi uma energia que receberia por toda a prova a minha equipe que tocava a vuvuzela e colocava o som do carro nas alturas, não por acaso elesforam chamados pelos gringos de funny boys!! Em Águas eu tive o meu primeiro pacer que foi o Ultra amigo e aluno Rodrigo, fomos juntos até o temível Pico do Gavião. Confesso que nesses 20 km que separam Águas da Prata a base do Pico do Gavião eu estava me sentindo mal e nitidamente percebi que minha pressão estava caindo, isso devido ao cansaço do primeiro trecho e ao calor do dia, então resolvi me concentrar, diminuir o ritmo, me alimentar mais, inclusive com azeitonas e me hidratar bem, fiquei caminhando e me sentindo assim por quase uma hora, foi quando as coisas melhoraram, e felizmente foi bem no início da subida da montanha mais alta da prova. A subida foi difícil, mas eu estava feliz, pois agora eu estava entrando na prova, subimos eu e o Rodrigo, tiramos foto do Pico, encontramos com a galera no carro com muita música e vuvuzela, e descemos. Chegando na Base do Pico eu tive a companhia de outro Ultra amigo e aluno o Duane, e fomos juntos até a cidade de Andradas, nesse trecho não tive maiores problemas e fomos muito bem. Em Andradas já se foram mais de 60 km de prova, lá parei fiz uma refeição e subi com outro pacer a Ultra amiga e aluna (veterana da BR135) a Fabíola e fomos juntos subir a Serra dos Lima, subimos bem e vimos o primeiro dia ir embora e a noite começar. No alto da Serra comemos um macarrão e aproveitei para fazer um descanso mental com meditação, de lá voltei a ter a companhia do Rodrigo e descemos a serra em direção a cidade de Barra e depois Crisólia, chegando em Crisólia tive ânsia e comecei a passar mal, vomitei e percebi que precisava equalizar a minha acidose, tomei antiácido e descansei um pouco, a essa altura tínhamos quase 100km de prova, quando me senti melhor rumei para a cidade de Ouro Fino, já na companhia de Duane e cheguei lá já no final da madrugada, e nesse momento fiquei preocupado pois comecei a sentir dores no joelho esquerdo, era hora de descansar e tentar começar a cuidar do joelho, metade da prova já tinha passado, e a preocupação de um novo fracasso agredia a minha cabeça...

Equipe em Aguas da Prata:


Eu com o Rodrigo:


Chegando em Aguas da Prata, apenas 19 km...


Foto de meu primo e até nesse momento o motorista oficial Maurício no Pico do Gavião



Incentivo de um dos funny boys, e não é que além de música os caras mostravam cartazes, energia extra!!


Super apoio... Fabíola trocando meus tênis:



O pacer agora era o Duane... indo pra Andradas:



Já com a Fabíola como pacer, encontramos os colegas de equipe e desafiadores da BR135 Edson e Fabricio, aproveitei e toquei a vuvuzela, rs:



Correndo na noite com o Duane, nessa altura já sentia o joelho esquerdo:

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

217 km de emoções parte 1

Não vejo outra maneira se não dividir essa saga em capítulos, mesmo que ninguém leia ou se interesse, mas só assim vou conseguir fazer justiça aos 217 km.
Começo esse relato fazendo a mea culpa, por ficar muito tempo sem escrever nesse espaço, porém quem quiser informações mais instantâneas pode me adicionar no facebbok.
Nos dias 20,21 e 22 eu participei da BR 135. Mas antes de falar da BR quero falar o que antecede a BR, no mês de novembro tive uma lesão muscular no glúteo e no dia 23 de dezembro travei a minha coluna, ambos os casos estão ligados a um início de hérnia lombar.
Com esses contratempos e com a não conclusão da prova em 2011, confesso que estava apreensivo e muito focado para completar a prova. Pois iniciar uma prova de 217 km com dor seria algo muito complicado.
Graças aos tratamentos na coluna com acupuntura do Roberto e ao trabalho de RPG e a knesiotape que fiz com o meu fisioterapeuta Evaldo, fui a largada da prova sem dor, e felizmente nada senti na coluna durante as 48 horas de prova.
Cheguei a São João da Boa Vista com a minha equipe de apoio no dia 19 de janeiro, lá fiz a pesagem e entrega de documentos e depois pegamos o meu kit de prova. Confesso que é nesse momento que começamos a prova, lá vimos os colegas de muitas ultras e você entra de vez nesse mundo a parte, para muitos esses atletas que são selecionados a dedo pela prova são considerados loucos, para mim eu considero colegas e de certa forma família, pois eles compartilham comigo uma visão diferente das corridas, confesso que nesse ambiente eu me sinto em casa.
Antes de iniciarmos a corrida quero apresentar a minha equipe de apoio:
Duane – Ultramartonista da equipe Branca Esportes, enfermeiro.
Faiola – Ultramaratonista veterana da BR135 em 2011 completou o desafio solo em 56 horas, empresária. A Fabiola também e atleta Branca Esportes e tive a oportunidade de seu pacer em outros dois desafios.
Mauricio – Meu primo, amigo de infância, empresário, futuro corredor.
Rodrigo - Ultramaratonista, professor universitário, atleta Branca Esportes.
Importante apresentar a equipe, pois tudo o que eu fiz daqui pra frente nos relatos teve ajuda e participação direta desses guerreiros.
Claro que a noite que antecede a corrida não foi bem dormida, dormi 4 horas direto, depois eu parecia o resultado da telecena no ar de meia e meia hora.
Acordamos, tomei um bom café da manhã e fomos todos a largada, chegamos lá as 7:30, a largada aconteceria as 8:00h. Confesso que esses 30 minutos demoram muito para passar, e a minha cabeça estava refazendo a prova toda km por km antes da largada. Hora do Hino Nacional, sei que depois disso falta pouco pra largada... Largamos, posso respirar o primeiro metro dos 217 km foi dado, para ficar mais fácil eu dividia a prova em etapas, a única coisa que pensava neste momento era completar a etapa de São João da Boa Vista a Águas da Prata. Amanhã continua...

Todos no congresso técnico!!



Equipe na largada


Vai começar!!



Largamos

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Clipe Branca Esportes

Galera segue abaixo o clipe da minha equipe!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Relato da PR100

Neste final de semana tive a oportunidade de viver uma de minhas maiores experiências.
No dia 04 deste mês foi iniciada a ultramaratona PR100, no primeiro dia era previsto uma corrida de 74 km. Na largada o percurso era muito bonito e plano e a maioria dos atletas decidiu imprimir um ritmo forte, acho que já contando com sobra para os terrenos mais difíceis, eu tomei como estratégia em ficar em um ritmo bom, porém não muito lento, logo no início da prova com aproximadamente 30 minutos de corrida, ao invés de seguir uma seta da organização segui a indicação de duas senhoras no caminho que me informaram o caminho errado, e depois de um vai e vem me perdi pela primeira vez e atrasei a prova em quase 10 minutos. Esse foi o primeiro não que tomei diretamente do percurso, tive que reavaliar a minha estratégia e voltei a me concentrar e correr ritmado. Consegui e fui melhorando na prova conforme passava o tempo, um outro imprevisto foi a quilometragem que foi maior do que indicado na largada, e os marcadores de GPS marcaram entre 79 a 81 km, e somado aos minutos que fiquei perdido correndo pode se acrescentar mais quase 2 km nesse dia para mim, e mesmo assim completei o difícil terreno com bastante variação altimétrica em 10:07 h na 11ª posição.
Na chegada todos fomos ao acampamento da prova, e desfrutamos de uma noite muito legal com musica ao vivo e um jantar ótimo, tudo isso acabando cedo para que nós pudéssemos descansar para a segunda etapa que seria de 58 km. A largada no segundo dia era em ordem invertida, ou seja largavam-se primeiramente os últimos do primeiro dia e assim em diante de 4 em 4 minutos, a minha largada era as 8:32 e fui para a largada as 8:20, e perdi a explicação de percurso na largada onde não havia marcação sobre o caminho a seguir, o resultado foi que me perdi logo na largada, e nesse momento a prova me dava um novo não, segui sozinho por 12 minutos, quando percebi que estava errado, voltei novamente para a largada e comecei tudo novamente. Era hora de brigar com as dores do dia anterior e com o psicológico muito abalado. Continuei, porém nessa altura eu já era o último da corrida, pois fui ultrapassado pelos mais rápidos, e fui aos poucos fui caminhando tentando me recuperar fisicamente e psicologicamente na prova, com duas horas de prova, resolvi voltar a correr e recuperar o tempo perdido, fiz isso de maneira concentrada e ritmada, lembro a todos que fiz essa prova sem equipe de apoio e nesse momento depois de ter conseguido apoio do carro da organização com aproximadamente 1:30h de prova eu me encontrava completamente só, fui só e correndo até quase 4 horas de prova, foi quando percebi que fazia tempos que não via sinalização da prova e quando vi foi uma sinalização que eu tinha a certeza que era do dia anterior. Nesse momento fiquei desesperado e sem saber o que fazer, seguia ou retornava, nesse momento tentei usar o celular e me comunicar com a organização porém a área não tinha sinal, resolvi voltar e subir a serra que tinha acabado de descer, pois no alto haveria maior probabilidade de ter sinal, dito e feito no alto da serra o celular tinha sinal. Eu liguei para o responsável pelo resgate, eu expliquei onde eu estava e ele me disse que eu estava errado e que o caminho não era esse, sem apoio e sem saber o caminho então eu resolvi por fim a prova e solicitei o resgate.
Primeira lição que tomo é que não se deve fazer ultramaratonas desse nível sem uma equipe de apoio, pois sentando na beira da estrada sozinho eu pensava e se algo sério tivesse me acontecido? Quem iria saber onde eu estava? A equipe de apoio é segurança e mesmo que a prova não peça a obrigatoriedade de apoio, sempre leve por segurança. A outra lição é como eu reagi aos nãos que enfrentei, e acho que fui bem, pois consegui voltar a prova, apesar da tristeza e frustração.
No ultimo dia dei apoio aos atletas que completaram o percurso de 29 km, e participei da festa da chegada.
A prova passou e o ensinamento ficou. Essa foi a primeira edição desta prova e conversei com a organização (Seabra) e dei as minhas sugestões para melhorar a prova.
Agradeço imensamente o apoio de todos os atletas e de seus acompanhantes durante a prova, ao mestre Branca e a organização que fez questão de me dar a medalha da prova e a camiseta de finisher, que guardei ambas e pretendo usar ano que vem quando completar o percurso.


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Desafio PR100

Esse final de semana estarei enfrentando mais um Ultra desafio, Trata-se da PR 100 - Caminhos Históricos de Quatro Barras, uma Ultra maratona de 100 milhas (161km) realizada em três dias, divididos em três etapas: 1o dia 74 km, 2o dia 60 km e 3o dia 27 km.
Esta será a primeira edição desta prova, e tenho a certeza que será muito legal, pois é uma prova de ultramaratona feita por ultramaratonistas.
Mais um momento de me conhecer melhor e rever amigos. Vou tirar férias!! Por três dias minha preocupação será de colocar um pé na frente do outro, sentir a sensacão de liberdade e correr!!
Assim que voltar vou escrever sobre essa experiência.
Amanhã vou a caminho do Paraná e vou tentar atualizar a prova que começa na sexta e termina no domingo toda noite pelo facebook. (Gustavo Neves Abade).
Quem quiser mais informações pode acessar o site do boracorre

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

24 horas na Pista


Neste final de semana enfrentei a minha segunda prova de 24 horas na pista. Desta vez o desafio foi no Parque do CERET aqui em São Paulo.
Confesso que estava preocupado com a distância que iria rodar devido ao meu quadro de sinusite que tive no mês da prova. Comecei a prova como sempre começo, em ritmo bem lento me preservando bastante, pois a largada foi as 14:00h de sábado e já estava bem calor, mas o calor foi amenizado com a companhia do Nishi que correu comigo por quase duas horas. No começo da prova eu tinha o apoio da Paty que ficou comigo até o início da noite, logo nas primeiras horas tive a visita de minha amiga Sani com a sua filha Gi, e mais tarde, o Duane e seus filhos apareceram na pista para me darem aquela força. Já no início da noite eu estava me sentindo melhor, pois o clima estava mais do jeito que eu gosto (frio), e logo tive a companhia do Alfredo e de seu amigo (desculpe esqueci o nome dele). O tempo passou rápido e logo veio à noite, estava adotando a estratégia de correr 1 hora, parar e me alimentar e descansar de 5 a 10 minutos. Perto das 22:00h cometi o erro, de tomar um anti-inflamatório, pois estava preocupado de começar a sentir dores musculares por causa do pouco treino que fiz nos últimos 30 dias, porém me esqueci completamente que durante a minha sinusite eu tomei anti bióticos que me deixaram com náuseas por duas semanas e sérios problemas estomacais, e isso me custou mais tarde... Nesse período recebi o apoio do Nilton que veio as 22:00 de sábado e ficou comigo até as 14:00h de domingo ( sem comentários!!). Outra surpresa foi feita pelo Branca e da Erika que foram na pista perto das 23:00h e me levaram uma pizza, tipo delivery. Bem legal!! Antes disso tive também a visita da Fabíola, que voltaria no dia seguinte.
Sobre o Erro... por volta das 04:00h da manhã comecei a sentir um forte enjôo que resultou em um papo bem sério com o Hugo no banheiro, com isso decidi tomar um dramin e descansar por 1:30h.
Depois de descansar, me senti melhor e voltei pra pista, nesse momento decidi que havia pique para pegar o pódium da prova e ficar entre os 5 primeiros, me empolguei e percebi que podia até perseguir o terceiro lugar. O dia amanheceu e logo tive a companhia da Paty e do Rubão, porém depois de mais algumas horas o enjôo voltou, desta vez tive uma conversa com o Hugo mais publica, bem na frente de todos, e fiquei mais 40 minutos descansando, porém o enjôo não passava, então decidi voltar para a pista e caminhar até o final da prova, neste período, fui caminhando acompanhado pela Paty, Rubens, Fabíola, Nilton, e aos poucos fui me sentindo melhor.
Confesso que foi uma prova muito dura, principalmente por essa batalha física e mental que travei durante horas, o resultado oficial foi de 134 km e 400m, confesso que acho que foi mais. Com essa rodagem fiquei em 4º lugar, porém o mais importante foi perceber essa recuperação que tive dentro de uma situação extrema. Essa experiência, de se achar em uma situação sem saída, e de alguma forma encontrar força e equilíbrio para continuar será algo que levarei para os meus próximos desafios e com certeza para a minha vida profissional e pessoal.
A chegada foi especial, fiz a última volta ao lado de pessoas muito queridas: Nilton, Rubens, Fabiola, Nishi e a minha Paty. Foi emocionante cruzar essa linha de chegada e já lá agradecer a força dessa galera. Chegamos juntos, pois a força deles eu usei em vários momentos. Usei também a energia da Katia e sua filha linda Luana, Regis, Sani, Gi, Duane e seus filhos, Alfredo, Branca e Erika,a força da galera que correu na pista esse tempo todo em especial pra Elis miha vizinha de barraca que mandou muito bem e ganhou no feminino. Além é claro da força da galera que mandava mensagens pelo Face.
Fizemos juntos!!